“Esta mudança de marca é uma maneira de comunicar melhor nossa estrutura de propriedade às pessoas e empresas que usam nossos serviços para se conectar, compartilhar, construir comunidades e aumentar seu público”, explica Antonio Lucio, chefe de Marketing da companhia. No entanto, parece que tem mais coisa por trás da iniciativa.

A mudança chega em um momento em que a empresa e o próprio Zuckerberg são alvos de escrutínio do governo americano, após várias acusações de ilegalidades, para amenizar a situação. Os ataques vêm ocorrendo desde o escândalo envolvendo a Cambridge Analytica, que usou, sem consentimento, dados de 87 milhões de usuários da rede social para ajudar Donald Trump a se eleger presidente dos EUA. Agora, o congresso tem pressionado o Facebook a se dividir em outras empresas – e pelo jeito, parece que a pressão surtiu efeito.

Google e a Alphabet

A Alphabet nasceu em 2015 para “gerenciar” o Google outras empresas (Foto: Reprodução)

Essa não é a primeira vez que uma empresa muda para se diferenciar de seus produtos. Em 2015, o Google lançou a Alphabet Inc., uma empresa “guarda-chuva”, que seria responsável por abrigar tanto o gigante das buscas quanto outras subsidiárias (Android, YouTube, a provedora de internet Fiber e a divisão de dispositivos inteligentes Nest, para citar algumas).