Maceió Shopping avança na transformação para Power Center

“O Maceió Shopping será, ainda este ano, o primeiro power center de nosso Estado!” É o que assegura Robson Rodas, superintendente do primeiro shopping da capital alagoana, que completa 33 anos nesta segunda-feira (11 de abril).

O estabelecimento, que possui mais de 57 mil m² e 300 operações de marcas regionais, nacionais e internacionais, registra um fluxo mensal superior a um milhão de pessoas e “adota”, nessa nova etapa, um conceito que vem sendo consolidado no setor varejista – agregar.

“Ser um power center significa ser um empreendimento grande, que agrega, além do centro de compras, outros estabelecimentos de atividades diversas e que juntos formam um grande complexo, contribuindo com o crescimento e a valorização do bairro onde estamos inseridos. Já temos como vizinhos prédios comerciais, supermercados, academia, posto de combustível, escritórios… Outros estão chegando, como a loja Carajás e o cartório da Av. Comendador Leão, com 1° juizado especial civil e o 3° juizado especial civil… e até o final do ano, o alagoano terá à disposição a praticidade de resolver suas necessidades em uma única localização”, explica o executivo que trabalha no shopping desde a sua inauguração.

Mais opções

No projeto atual, o shopping também segue em fase de execução de obras de dois restaurantes internacionais que abrirão suas portas de maneira pioneira no Estado, na área externa do shopping. Um deles é o Paris 6 Petit, loja estilo bistrô francês e menu especial e seleção de criações famosas do seu sócio-fundador, Isaac Azar.

Após dois longos anos em crise, o avanço da imunização, o controle da pandemia e o retorno às atividades presenciais são alguns dos fatores apontados pelo empresário para a recuperação gradativa do varejo, tanto que novas marcas, algumas exclusivas em Alagoas, iniciaram suas atividades, como é o caso da KFC, rede americana de fast-food, e o restaurante Janga, que abriu sua primeira unidade dentro de um shopping.

“Nesses 33 anos, comprovamos o quanto esse tipo de empreendimento é importante fundamental para a economia local, através da arrecadação de impostos e a geração de mais empregos diretos e indiretos. Passamos por um período bastante difícil, alguns empresários foram obrigados a repensar seu negócio mas acreditamos que quanto mais forte o varejo, melhores resultados serão alcançados, melhor para o shopping e para o Estado”, finaliza.

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