ARAPIRACA REFORÇA AÇÕES DE DESCENTRALIZAÇÃO DE RECURSOS NAS UNIDADES DE SAÚDE

A aplicação do Decreto Municipal 2.771/2022, que estabelece o modelo para adiantamento e repasse de recursos diretamente para as unidades básicas de saúde (UBS), foi tema de importante reunião, ocorrida na tarde da última quarta-feira (11), em Arapiraca.

Assinado pelo prefeito Luciano Barbosa, o decreto viabiliza a descentralização dos recursos públicos para despesas de custeio e de capital, para que os gestores das unidades possam administrar com maior agilidade as demandas dos serviços de saúde para a população.

A reunião foi realizada no auditório da Defensoria Pública Estadual, ao lado do Centro Administrativo de Arapiraca e contou com a presença do prefeito Luciano Barbosa, secretária municipal de Saúde, Luciana Fonseca, e da superintendente de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, Emmanuelle Maria da Costa Santos, que apresentou o novo modelo do adiantamento e detalhou informações acerca da aplicação do Decreto 2.771/2022.

Também participaram da reunião de trabalhos, a superintendente de Atenção à Saúde, Jackeline Barbosa, a contadora municipal de Saúde Elaine Caetano, a superintendente de Gestão da Saúde, Edla Karla, além de gestores e gestoras das unidades básicas de saúde do município.

Conforme estabelece o Decreto, cada gestor fará o cadastramento para receber um cartão com senha para acesso aos recursos financeiros.

Todo o procedimento será acompanhado e fiscalizado pelo Conselho Local e Conselho Municipal de Saúde. Os recursos serão efetuados diretamente na conta do Fundo Municipal e depois repassados às unidades de saúde.

Na ocasião, o prefeito Luciano Barbosa agradeceu a toda equipe de gestores e gestoras pelo trabalho que realizam em cada bairro e comunidade de Arapiraca.

“Sempre fui favorável à descentralização dos recursos nas áreas da saúde, educação e assistência social, desde o mandato anterior como prefeito de Arapiraca, por conta da crescente demanda da população. Os serviços não podem ser paralisados por conta da falta de uma luva, troca de lâmpada ou coisa parecida, porque as pessoas precisam de um atendimento ágil e cada vez mais qualificado”, salientou.

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