TRE quase tira mandato de Paulão, mas “esquece” das ações contra Dantas, Filho e Marcelo Victor

Louve-se a atuação ágil e eficaz do advogado eleitoral Luciano Guimarães – na defesa do mandado do deputado federal Paulão, do PT.

O caso caminhava para um destino imprevisível no TRE local.

Ressalte-se: o petista poderia ser cassado, por tabela, graças a uma ação que tramitava em surpreendente “segredo de justiça”. 

O TSE suspendeu, em liminar de Alexandre de Moraes, o julgamento que estava marcado para 31 de janeiro, e que muito dificilmente acontecerá até o final do presente mandato.

O pedido, em MS, foi apresentado por Guimarães às vésperas do tal julgamento.

A causa é confusa e chama atenção para duas outras, bem mais robustas e fartes, e que o Tribunal Regional Eleitoral, é o que parece, faz questão de esquecer e dar-lhes direito a embargos de gaveta: a ação por abuso de poder de Paulo Dantas e Renan Filho; e o caso dos sacos de lixo com dinheiro encontrado com Marcelo Victor.

Parece mesmo uma corte agridoce, variando o sabor do prato servido de acordo com os envolvidos.

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