Extrema pobreza despenca 27,8% em Maceió, segundo IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que, entre 2021 e 2022, foi registrada uma queda de 27,8% no número de maceioenses na extrema pobreza, ou seja, que viviam com até R$ 200 por mês.

Os dados do instituto revelam que, no período pesquisado, mais de 29 mil pessoas de Maceió saíram da situação de miserabilidade extrema. Na capital, 6,7% da população, ou cerca de 69,5 mil pessoas, estavam na extrema pobreza. O município apresentou uma redução em relação a 2021, quando 9,4% dos habitantes vivam naquela condição.

O IBGE considerou, na análise, os parâmetros do Banco Mundial de US$2,15/dia para extrema pobreza, em termos de Poder de Paridade de Compra (PPC) a preços internacionais de 2017, e constatou que o percentual dos maceioenses vivendo na extrema pobreza é bem menor que o do Nordeste. A média da região é de 11,8% – muito abaixo de Alagoas, por exemplo, cujo percentual de pessoas na extrema pobreza é de 13,1%.

O índice de Gini de Maceió, que é um instrumento para medir o grau de concentração de renda, foi de 0,578 em 2022, recuando em relação a 2021 (0,588). Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos. Quanto mais próximo do número 1, maior é a desigualdade.

“Cuidar de quem mais precisa é a nossa prioridade. E os números do IBGE comprovam isso. Desde que assumi o comando de Maceió, uma série de medidas vem sendo implementada neste sentido, a exemplo de programas de transferência de renda, que permitem o recebimento rápido de dinheiro para as famílias que estejam em em situação de pobreza e extrema pobreza, além de cursos profissionalizantes, entre outras. Vamos continuar trabalhando para colocar comida no prato de todos os maceioenses. Não existem mais invisíveis. Maceió é a cidade de todos”, afirmou o prefeito JHC.

A administração do prefeito JHC disse que tem trabalhado, desde o primeiro ano (justamente em 2021), para garantir ações de cidadania, cuidados e acolhimento para os maceioenses. Um dos exemplos da transformação social pela qual Maceió passa é o cenário no Vergel do Lago. Esquecido durante décadas, o bairro hoje possui espaços de convivência, moradia digna, pavimentação e iluminação.

No bairro ainda está sendo finalizado o Parque da Lagoa, complexo habitacional com 1.776 apartamentos às margens da Lagoa Mundaú, levando dignidade social com moradia limpa e segura, deixando para trás uma realidade difícil naquela localidade.

Ainda segundo a Prefeitura, o maior programa de saúde itinerante do país, o Saúde da Gente, segue fazendo atendimentos nas comunidades carentes de Maceió. O programa ampliou a assistência e incluiu os atendimentos para o público masculino.

A prefeitura adquiriu o primeiro hospital público municipal da história de Maceió: o Hospital da Cidade. O equipamento conta com atendimento, tecnologia de ponta e serviços do Hospital Albert Einstein, um dos melhores centros médicos da América Latina.

O Hospital da Cidade já atende a população mais vulnerável pelo SUS e é fruto de um investimento de R$ 266 milhões, recursos gerados com a indenização para a Prefeitura de Maceió pela Braskem. A previsão é atender 55 mil pessoas por ano, de graça.

Para garantir assistência social, JHC entregou novas unidades de acolhimento para atender a população de rua e espaços para crianças de 7 a 17 anos, a Unidade Acolher, na Pitanguinha, para atender meninos, e a Unidade Luzinete Soares, na Gruta de Lourdes, para meninas.

A entrega do Centro Pop, no Benedito Bentes, reforçou o compromisso da gestão municipal em assegurar assistência social aos maceioenses. O prefeito JHC afirmou que o equipamento na parte alta fez a gestão avançar na rede de acolhimento para os mais vulneráveis.

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