Os trabalhadores brasileiros nascidos nos meses de março e abril começam a receber, a partir do dia 15 de abril, o abono salarial do PIS/Pasep referente ao calendário de 2026.
O benefício, que varia conforme o tempo de trabalho formal em 2024, pode chegar a até R$ 1.621, sendo calculado de forma proporcional aos meses de atividade no período.
Neste ano, o governo federal ampliou os recursos destinados ao programa, com um total de R$ 33,5 bilhões liberados para pagamento do abono. A quantia deve alcançar cerca de 26,9 milhões de pessoas em todo o país, superando o montante disponibilizado no ano anterior.
O cronograma de pagamentos segue escalonado ao longo dos meses, conforme a data de nascimento dos beneficiários, com liberações que se estendem até agosto. Apesar disso, os valores permanecerão disponíveis para saque até o fim de dezembro de 2026.
Caso o trabalhador não retire o dinheiro dentro desse prazo, o recurso retorna aos cofres públicos, mas ainda pode ser solicitado posteriormente dentro do período legal estabelecido.
Para ter direito ao abono salarial, é necessário cumprir critérios como estar inscrito no programa há pelo menos cinco anos, ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias em 2024 e ter recebido remuneração média mensal de até R$ 2.766. Além disso, é fundamental que as informações tenham sido corretamente registradas pelo empregador nos sistemas oficiais.
O pagamento é realizado de formas diferentes, dependendo do vínculo do trabalhador. Quem atua na iniciativa privada recebe o PIS por meio da Caixa Econômica Federal, geralmente com depósito automático em conta ou pela conta digital. Já os servidores públicos, vinculados ao Pasep, recebem pelo Banco do Brasil, com opções que incluem crédito em conta, transferências eletrônicas ou saque presencial.
Dúvidas sobre o benefício podem ser esclarecidas pelos canais oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego, incluindo atendimento telefônico e unidades regionais espalhadas pelo país.





