Clécinha é cordelista por vocação e paixão. Encontrou nas rimas e nos versos a maneira mais verdadeira de expressar a vida, a cultura nordestina e os sentimentos que carrega na alma. Traz consigo o orgulho de ser filha, neta e bisneta de raízes fortes, que sustentam sua caminhada e dão significado à sua história.
Participa de diversas antologias publicadas, onde eterniza sua voz em textos que exaltam a tradição nordestina e a riqueza da literatura popular. Em cada cordel, imprime um pedaço da sua vivência, da sua memória e da sua identidade.
É descendente do saudoso Zé do Rojão, figura marcante da cultura e da memória de Arapiraca, cuja trajetória permanece como inspiração em sua vida e em sua arte. Guarda também, com carinho e saudade, a lembrança de sua avó Maria das Graças (in memoriam) e de seu pai (in memoriam), que foram pilares fundamentais em sua formação humana e afetiva.
Ao seu lado está sua mãe, presença constante, porto seguro e fonte de força em todos os momentos. É nela que Clécinha encontra acolhimento, incentivo e coragem para seguir adiante.
Sua história é marcada pela saudade, pela resistência e pelo amor às suas origens. E é através do cordel que continua honrando aqueles que vieram antes dela, mantendo viva a tradição popular e escrevendo, com sensibilidade e verdade, o seu próprio caminho.





