Entre as principais causas de morte no Brasil, consta o acidente vascular cerebral (AVC). No ano passado, o número total de óbitos pela condição chegou a 85.427 casos, conforme dados da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC). Esse quantitativo ultrapassou o de infarto, que matou 77.886 pessoas no mesmo período. Segundo o médico Victor Hugo Espíndola, determinadas bebidas são “as mais prejudicais para o risco da doença”.
De acordo com o neurocirurgião vascular, destilados — como vodca, uísque, cachaça e tequila — são as bebidas mais prejudiciais para o risco de AVC e devem ser evitadas totalmente por quem já teve o quadro. “Mesmo em pequenas quantidades, o padrão de consumo episódico (binges) é particularmente nocivo”, garante.






