Garantir que nenhuma criança fique para trás quando o assunto é vacinação. Esse é o foco do Vacina+, programa da Secretaria de Estado da Primeira Infância (CRIA), que vem ampliando sua presença em Alagoas e fortalecendo o cuidado com a saúde das crianças de 0 a 5 anos.
Ao longo da execução do Censo Vacinal, a iniciativa já analisou mais de 31 mil cadernetas de vacinação em 82 municípios alagoanos. Desse total, 22.967 crianças estavam com vacinas em atraso, segundo os dados levantados pelo programa.
Somente em 2025, o Vacina+ avaliou 9.792 cartões de vacinação, reforçando a estratégia de monitoramento contínuo da cobertura vacinal infantil no estado. O levantamento permite identificar atrasos, mapear fragilidades e apoiar os municípios na atualização do esquema vacinal das crianças.
Para a secretária de Estado da Primeira Infância, Caroline Leite, a presença do Vacina+ nos municípios evidencia a prioridade dada à imunização infantil pelo Governo de Alagoas. “O Vacina+ é uma ferramenta estratégica para garantir que as crianças estejam protegidas desde os primeiros anos de vida. Quando analisamos mais de 30 mil cadernetas e chegamos a 82 municípios, estamos falando de um esforço coletivo, feito em parceria com as prefeituras, para assegurar o direito à saúde na primeira infância”, afirmou.
O trabalho do Vacina+ é contínuo. A partir da análise das cadernetas, as informações são sistematizadas e encaminhadas às gestões municipais, responsáveis por convocar as famílias e realizar a atualização das vacinas em atraso. A atuação conjunta fortalece a rede de atenção básica e amplia o alcance das políticas públicas voltadas à primeira infância.
Além do levantamento técnico, o programa também orienta as equipes de saúde municipais sobre o preenchimento correto das cadernetas, a mobilização das famílias para adesão aos programas de imunização e o esclarecimento de dúvidas relacionadas à segurança dos imunizantes.
A secretária destacou ainda a importância da corresponsabilidade entre Estado e municípios. “A secretaria realiza o censo vacinal, mas a atualização das doses acontece no território, com o apoio das equipes municipais. É uma via de mão dupla”, completou.






