Com alagoana, Brasil faz história na ginástica rítmica

Fonte: Reprodução

O Brasil viveu um fim de semana histórico na Ginástica Rítmica no Mundial disputado em Munique, na Alemanha. As brasileiras voltaram para casa com duas medalhas de ouro, um bronze e a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

O conjunto, capitaneado pela alagoana Duda Arakaki, venceu as provas da série com cinco bolas e da série mista, composta por três arcos e duas maças. Além dos títulos, a equipe ficou em terceiro lugar no conjunto geral.

As vitórias marcaram a segunda temporada seguida do Brasil no pódio, após o desempenho em nível mundial no Rio de Janeiro em 2025, e representam o melhor momento da modalidade no país.

Foi a primeira vez que uma seleção fora da Europa e da Ásia conquistou o ouro em um Mundial de Ginástica Rítmica, um feito inédito para as Américas. O Brasil também se tornou o primeiro país em 16 anos a vencer as disputas da série mista e da série simples no mesmo Mundial; a última nação a conseguir isso foi a Rússia, em 2010.

O conjunto formado por Maria Eduarda Arakaki, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Julia Kurunczi, Sofia Pereira e Nicole Pircio alcançou 29,450 pontos na apresentação ao som de “Feeling Good” — a maior nota entre os conjuntos na competição e a maior pontuação do ano de 2026.

Na série mista, com a música “Abracadabra”, de Lady Gaga, as brasileiras asseguraram mais um ouro para o país. Antes dos dois ouros, o time havia conquistado o bronze no sábado (15).

Com a pontuação geral de 55,500, o Brasil ficou atrás apenas da Espanha, que somou 57,450 e ficou com o ouro, e do Japão, que teve 56,700 e ficou com a prata. O terceiro lugar garantiu a vaga das Leoas nas Olimpíadas de Los Angeles-2028.

Fonte da matéria: gazetadealagoas.com.br

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