Representantes dos Pontos de Cultura de Arapiraca participam, desde segunda-feira, da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada entre os dias 19 e 24 de maio de 2026, no município de Aracruz, no Espírito Santo. O evento, promovido pelo Ministério da Cultura (MinC), celebra a diversidade cultural, a memória e a luta pela justiça climática, reunindo coletivos, povos tradicionais e agentes culturais de todos os estados do Brasil.

Representando Arapiraca, estão presentes Valdenir Feliciano Lopes, do ponto de cultura “Cultura para o Desenvolvimento” (da Associação dos Moradores de Canafístula) — um dos mais antigos de Alagoas e de Arapiraca, habilitado em 2007 no 2º Edital Cultura Viva do programa do Ministério da Cultura — além das fazedoras de cultura Elvira e Lanny Delacy, do ponto de cultura Espaço Sara Kally, que mantêm vivas as tradições dos povos ciganos na comunidade do Residencial Nossa Senhora Aparecida, em Arapiraca.

A programação da 6ª Teia Nacional conta com mais de 200 atividades gratuitas e 140 horas de programação, incluindo fóruns, palestras, rodas de conversa, encontros nacionais, apresentações culturais, feiras de economia solidária e vivências com forte representação dos povos indígenas e comunidades tradicionais.

Para Valdenir Feliciano, o momento representa uma importante troca de experiências e a busca por novos conhecimentos para fortalecer os pontos de cultura de Arapiraca. Ele relembra que já participou de outras edições da Teia, como a realizada em São Paulo, no ano de 2006, no Parque do Ibirapuera — onde se apresentou com o COROCA (Coco de Roda de Canafístula), coordenado na época por Ronaldo Oliveira, Mariângela Lopes e Consuelo Lopes. Ele também esteve presente na edição de Fortaleza, em 2010.

“Representar a cultura da nossa cidade de Arapiraca é sempre motivo de orgulho. Essa experiência contribui muito para fortalecer nosso ponto de cultura, mantendo vivas as tradições da comunidade — como o Pastoril Estrela Renascente, o Pastoril da Melhor Idade de Canafístula, as Destaladeiras de Fumo, o COROCA (Coco de Roda de Canafístula), o Reisado do Mestre Duda, a Quadrilha Canarraiá, a Quadrilha Canarraiá Kids, a dança da fita, a dança dos bonecos, além dos artesãos, entre outros — e de toda a nossa cidade”, destacou Valdenir Feliciano. 

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